quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

ARBÍTRIO...


RENATA BEIRO (22/02/12)

Livre
É
O Ser
Nenhum
E nem um
Impedimento

De tudo
É permitido...
Em consciência,
Insana
Inconsciência...
Criar
Sonhar
Amar
Escolher
Ferir
Mentir
Até mesmo
Matar...
Arbítrio
Livre
Vive
Em quem
Neste mundo
Está...
Liberdade
Consequência
É por aí
A sequência!
Que ciência...
Inexistindo
Livro
Da existência,
Da razão
Atos
De cada dia
Tino...
Destino
Escrito
É
Um pouquinho
Todo dia...
Construção
Destruição
É escolha
De vida
E se dá
A toda hora
A cada dia...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

LINDO MAR...


RENATA BEIRO (21/02/12)

Foi
E assim
Que foi
Num dia
Diferente
Inexistente
Alegoria...
Vi
Senti
Mar
Lindo mar
Co'a areia
Em conversas
Risos
Palavras boas
Sem sereias
Creia!
Cativada
Em solidariedade
Pura verdade...
Do mar
Desconhecer
Ia
Ilha...
Dia
De mar...
Recebi
Com gosto
Imenso
Prazer...
Nova
Família...
Maravilha!
Agradeço-te
LINDOMAR!!!
Forte irmã
Querida amiga!!!






sábado, 18 de fevereiro de 2012

Sei de Mim...


RENATA BEIRO (18/02/12)

Se é genética
Não sei
Traço
De caráter
Personalidade
Também não sei...
O que sei
E muito
É do modo
E modo
Bem meu
Lidar
Com gente
Seja amig@
Ou parente...
Realidade
Vigente
Contundente...
Sina
De menina
Ou boa medida...
Por certo
Já feri!
Ferida sendo
Subtraída
De jeito
Que não aceito
Sou algoz
Sei de mim...
Vejo
Revejo
Sempre
Foi assim...
Seja
Grande
Profundo
Afeto
Verto
Indiferença
E que vença!
O coração
Eu fecho
Sem deixar
Espaço...
Sei de mim
E de tamanha
Facilidade
Habitante
De mim...
Viro páginas
Jogo ao vento
Inexiste
Em mim...
Sentimento falso
Não lamento!
Desamo
Num segundo
Os "amos"
Nada sinto
Nem me ressinto
Nunca
Me arrependi...
Simplesmente
Risquei
E risco
Da vida
Minha
As gentes
Não mais queridas
Desnuda
De qualquer dó!
Sei de mim...
Fecho portas
Comportas
Viro as costas...
Vou pro meu lugar!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Silêncio de Mim...


RENATA BEIRO (17/02/12)

Secos
Ressecados
Sentimentos
Em nostálgica
Oração
Nascida
Do coração...
Seco
Resseco
Lágrimas
Há muito
Por mim vertidas
Invertidas
Icansavelmente
Derramadas...
Descontroladas
Vozes
Aos meus ouvidos
Desafinam...
Inexistente
Ósculo...
Indecentes
Inclementes
Sinto
E se
Sinto!
Erigir-se
Obstáculo...
Parto
Sem adeus...
Deuses meus!
Sinceros
Momentos
Levo
Na pueril
Bagagem
Saudade...
Se recebi carinho
Não percebi...
Acordos
Em desacordos
Vice-versa
Também...
Sem susto
Nem crendo
Em quimeras
Afasto-me
Por vago caminho...
Penso
Que a tod@s amei...
Bem sei
E sei!
Crueldade
Arrancada
E sempre prezei
Credibilidade
Onde errei?
Fez-se
Da confiança
Desconfiança
Da alegria
Nada...
Um dia
Quem sabe?
Novamente
Junt@s...
Por ora
De peito
E coração
Apertados
Afasto-me
Mesmo sem ler
A bula
Por vontade
E pura
Me submeto
A horrenda
Intrépida
Clausura...






sábado, 11 de fevereiro de 2012

EXORCIZO...


RENATA BEIRO (11/02/12)
Conclamo
Clamo
Deusas
Deuses
Forças
Cósmicas
Energéticas
Ao exorcismo
De mim
Sem siso
Com juízo
Fantasmas
Miasmas
Em volta
A atormentar...
Assombrações
Vade retro
Sugam
Emoções
Secam corações...
Exorcizo
Sem temor
Nenhum tremor
E limpa
De tudo
Tudo
Que não amor
Sinto
Beleza
Percebo
Longínqua
Tristeza...
Retomada
Consciência
É maior
E mais
Muito
Mais
Que ciência...
Da paciência
Provei
Me deliciei...
E sei
Agora sei...
Limpa
De malquerer
Liberta
De tudo
Abandono
O luto...
E luto
Busco
Rebuscos
Rebuscadas
Buscadas
Palavras
Traçadas
Com direção
Salvação!
Abro o coração...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Na Esperança, Espero...


RENATA BEIRO (08/02/12)

Na esperança
Espero
Creia...
Se espero!
Teu fel
Virado mel
Espero
E quero
Mais uma vez
Poder
E ter
Vontade
De amar
Em saudade
Posso morrer...
Do céu
Ao limbo
Um só deslizar
Sem ver
Perceber
Estava lá...
Inverso
Reverso
Anverso...
Versos
Meus
Teus
Contra
Proposta
Posta
Aposto
Te gosto
No frio
Ou calor
Sonhados
Sonhos
Idealizados...
Sejamos
Nós...
Sem costuras
Nem cós...
Apenas
Nós!
E de tal forma
Urgente
Pois
Vento
E água
Que heresia!
Em enchente
Escorrem
Lágrimas
Já foram minhas...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Manhã...


RENATA BEIRO (07/02/12)

Manhã
Café
Belo odor...
Acordar
Encontrar
Paz
Carinho
Alegria...
Quem sabe
Um dia...
Sem gritaria
Entraves
De egos
Sem jogar
Passados
Porcarias...
Bilateral
Sem canal
Faz mal...
Diálogo legal
Jogar palavras
Que tal???
Inexistindo
Perdão
Vejo tudo
Partido...
Mas quero
Como quero
Novamente
Voltemos
A ser gente
Gente
No amar
Transforma
Uma casa
Num lar...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A página que não preenchi...


RENATA BEIRO (05/02/12)

Virei
Ah! se virei
Páginas
De carinhos
Sentimentos
Deixados
De lado...
Queria
E muito
Queria
Tivesse escrito
Em folha
De virginal
Brancura...
Mas um nada
Foi preenchido...
Vontade minha
Perdeu a rinha...
Página
Alva
Restou
Impregnada
De paz
Liberdade
Felicidade...
Virada foi...
Agora
Me restam
Outras...
Tão triste
Fiquei...
Voltei
Ao mesmo ponto
Onde deixei
Explícita
Vontade
De me ter
Em verdade...
Posso escolher
Ser ninguém
Prefiro
E tal modo
Incomodo
(Não queria a vida assim)
Ser alguém...
Adeus
Branca folha
Do meu querer
Em outra
Estou a escrever!
Que viagem!
Tem título
Basta nela
Escrever
Viagem!!!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Viro a página!


RENATA BEIRO (02/02/12)

Viro,
Sem deleites
Enfeites
Eventos
Contundentes,
Da vida
A página
Ah! Se viro!
E me viro...
Lépida
E de tanto
E muito
Jogar
De lado
Infindos
Lamentos
Jogo ao vento
Sem arrependimento
Dor
Sofrimento...
Meu rumo
Felicidade
Sabor
Singular...
Liberdade!
Página virada
Pra mim
É quase nada!
Mesmo assim
E por assim
Ter de ser
Jogo ao vento...
Velhos sentimentos
De doce virado fel
Jogo ao vento...
Descontentamento
Viro folhas
Nem escritas...
De laços
Uma vida!
Que em sincera
Idade
Tomam rumos
Tão desiguais...
De peito
E coração
Abertos
Não dilacerados
Jogo ao vento
Palavras vis
De gente
Que já me quis...
Viro a página!
E....
Jogo tudo
Tudo jogado
Ao vento
Sem lágrimas
Descontentamentos...


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

OI! Só faz BEM!!!


RENATA BEIRO (26/01/12)

Relembro
Hoje
Ainda há pouco
De um tempo
E bem
A contento
Andava
Pelas calçadas
Interminável
Trajetória
Diária
Alguns quarteirões...
Tempos bons...
Olhava
Casas
Calçadas
Já eram
Amigas
Velhas conhecidas...
Eis que VI...
Tinha gente
Por ali!
Cruzava
Com pessoas,
Era amiga
Das calçadas!!!
De repente
Me perguntei
Por que não???
Quem comigo
Todo dia
Divide
As calçadas
Só pode ser
Amigo...
Primeira vez
Abri
Um gostoso sorriso
Atrevi-me!
Oi!Tudo bem?
Outra boca
Tímida
Se abre
Bom dia!
Ah! Que dia...
Sentia
Vida
Em casas
Calçadas...
E foi assim
Assim que foi
Minha
Entrega
De carinho
A quem
Dividia
Um pouquinho
Tão grande
Do seu dia
Caminhando
Comigo
Nas mesmas
Calçadas...
Senti
De novo
Brotar
Mesmo sentimento
Acabei de dizer
Oi! Tudo bem?
A um senhor
Que em tênis
E bermuda
Faz diária
Caminhada
Na calçada
De nossa casa!
De ora
Em diante
Podem crer
Nada
Ninguém
Vai me deter
Vai ser
E será...
Oi! Tudo bem?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

CANSA...


RENATA BEIRO(18/01/12)

Cansa
Se cansa...
Quem não descansa
Ser
Detentor
De todo
Qualquer valor...
Cansa
Tantas verdades
Universais
Uni
Laterais
Absolutas
Demais...
Cansa
A quem
Da humanidade
Almeja
Sana
Realidade
Confrontar
Co'a vaidade
Sobre
Humana
In
Distingue
Seja
Bondade
Ou maldade...

E só vê,
Em nada
Crê,
Não seja
A própria
Obscura
Soturna
Egoísta
Inflada
Inflamada
"Egopseuda"
Verdade...
Cansa
A quem
Descansa
Em simples
Limpos
Baratos
Lençóis...
Vez que seda
Cetim
São vida
E vidas
De um valor
Já incolor...

domingo, 15 de janeiro de 2012

LÁGRIMA...


RENATA BEIRO (15/01/12)


Lágrima
Uma
Apenas uma...
De tristeza
Alegria
Sei lá!
Mas estava lá!
Descia
Quente
Com sal
Indecente...
Nada de pranto...
Não por enquanto...
Apenas ela
Vertida
Viva!
Inclemente
Prendeu-se
Cativante
Ao semblante...
Para limpeza
Gigante...
Tinhosa
Enganou!
Jogo aberto
Entregou...
Não sabes de mim
Nem do poder
De gerar
Infindo pranto
Sem saberes
Por quê!

sábado, 14 de janeiro de 2012

EXATA MEDIDA...


RENATA BEIRO
(14/01/12)

Entre o céu
E o inferno
É só um passo...
É palavra
Mal entendida
Garras sem medidas
Falta de afeto
Em qualquer
Teto...
E certo é
O desamor...
Falta de toque
Carinho
Compreensão
Rivalidades
Sem medidas...
Ah! Do inferno
Ao céu
É abrir a porta
A certa...
Viver
Em comunhão...
E, de boa vontade,
Tentar compreender
O que ouvido
Não soube entender...
Ter mão
E braços
Abertos
Bem assim
O coração...
Espantar
Rancores
Dores
Coisas que fazem mal...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

INSANA INQUISIÇÃO...


RENATA BEIRO

(10/01/12)

Foi assim
E assim foi...
Uma mulher
Apenas
Uma
Não voava
Qual a pluma...
Diante
De júri
Pelo qual
Fora, pois,
Noutro tempo
Julgada
Dest'hora
Recusou
Apelidar-se
Herética...
Desviada
De ideais
Regurgitados
Da turba
De pensamentos
Comum
Unitários
Viu
Ouviu
Falsas verdades...
Negou-se neófita
Desafiou
Sem nem pensar
Inclementes
Templários
Por Klepoth
Guiados!
Numa pressa
Indulgente
Lançaram
Suas sementes...
Despreocupados
De serem
Medidos
Por mesmo juízo
Usado...
E feita,
Em meio à poeira
De tão sugesta
Nojeira,
Galho a galho,
A esperada
Fogueira...
Esquecido
Julgamento
Veredito foi dado
Condenada
A condenada...
Em tronco
Foi amarrada...
Finos gravetos
Mirava
Isso
Em meio à candeia
Vela de moribunda...
Viu o fogo
Em línguas
Labaredas
Embevecer-se
Em fogueira!
Viva
Queimada
Rito atroz...
Riu
Do pior algoz...
De elemento água
No fogo,
Purificada...
Vida
Bela
Ou feia
É medida
Pela maldade
Usada...
Viu sorrir
Fênix e Pandora...
A água
Limpou o sujo
Fogo, limpeza cósmica
De tal proeza
Portando clareza
Incólume
Saiu
Da tristeza
Da fogueira
Da besteira
De humanismo
Insólito,
Insolidário
Ávido
E mesquinho...
Que pena!
Exclamou
Sorrindo!
Leva
No mal
Que é feito
Cada qual
As suas
As duras penas
Da vida escolhida...
Que pena!!!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

PASSOS...


RENATA BEIRO

(29/12/11)

Passo a passo
No meu compasso
O quarteirão
Percorri...
Nos dedos
Cigarro aceso
Enfumaçando
Meu mundo
De um odor
Imundo...
Que mundo!
Um degrau
Me convida...
Sento
Cigarro
A queimar...
Carros
Passando
Luzes
A me cegar...
Meus deuses!
Como vim
Aqui parar?
Queria
Ah! Se queria
O tempo
Fazer voltar...
Tudo
Diferente
Seria...
Sem saudades
A me assombrar...

DÓI...


RENATA BEIRO

(29/12/11)

No dia
Que vinha
Olhava
Pro Sol
Nascente
Resplandescente
Indecentemente
Trazia
Inclemente
Tristeza
Doída
Doente
Ardente
Pior
Que dor
De dente!!!



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

AMOR PURO...


RENATA BEIRO (21/12/11)

Não!
Não falo de mim...
Falo
De quem
Na idade
Na saudade
Me dará
Imortalidade...
Gostoso
Suculento
Fruto...
Cria minha
Não vá
Desperdiçar...
Nem uma
Gota
Desse sumo
Em saudade
Pode
Restar...
Falo
Da mais pura
Cor
Odor
E calor
Que
Somente
O primeiro
Verdadeiro
Amor
Sabe
Exalar...

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

LUA CHEIA...


RENATA BEIRO (13/12/11)

Lua cheia
Cheia de graça
De graças
Também...
Banhas-me
Como ninguém...
Encantada
Canto
Belo
Uivar...
Sou filha
Da lua
Sou mulher
Reverencio
Cio
Cósmico
Estelar...
Lua
Desnuda
Nua..
Amante
Do sol...
Ardente
Brilha
Espera
Indolente
O poente...
Um instante
Ver-te
Momento
Fugaz...






sábado, 10 de dezembro de 2011

Desencanto...


RENATA BEIRO

(11/12/11)

Em cada
Canto
Um desencanto
De todos
Lados
Nem um
Só canto!!!
Ora, dizeis
Colha
Na idade
Pela cidade
Nua
Crua
Tua
Saudade
De caricata
Felicidade...
Se
O que invade
Faz-te
Covarde
Corre
Ao mundo
Gira
Mundo
Mundo
Girando
Rodando
Não há
Um canto
Cantando
Se necessário
Seja contando
Vidro
Em pedaços
Melhor
Colando
De tantos
Atos
Contratos
Resta
No chão
Cacos
Pedaços...