domingo, 15 de abril de 2012

CHUVA...


RENATA BEIRO (15/04/12)

Chuva
Fala
Que
Vem
Diz
Que
Vem
Pra ficar...
Chega
Farta
E cheia
Leva
Tudo
Pra lá...
Tem jazigo
No chão
Árvore
Que
Diz não...
É aqui
"No" Goiás!
Chuva
Deixa
Tudo
Pra trás...
Vai
Embora
Faceira
Levando
Toldos
De feira...
Mentirosa
A tinhosa
Diz
Que
Vem
Pra ficar...
Vai embora
Em seguida...
Pra amanhã
Chover mais...
"Maciosa"
É amorosa...
Pois
Depois
Vem
A seca
E então
Não
Chove mais...

terça-feira, 10 de abril de 2012

UM DIA ...


RENATA BEIRO (10/04/12)

(Valei-me
Seu Buarque!)
Não olhaste bem
Nos olhos meus,
Mas senti
Era de adeus...
Meu Deus...
Não cri
Mas vi
Um pedaço
Perdi
Inescrupulosa
Vida
Víbora
Me tornei...
Casta
Gasta
Doida
Doída
Gargalhada...
Lágrimas
Verti
Castigada
Levo
Nenhuma
Risada
Triste
Momento
Vivi...
Embalei
Em pequenos braços
E magro colo
Quem amo
Sempre amei...
Porta aberta...
O que mais
Importa...
Seja Feliz...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Somo o que somos...


RENATA BEIRO (04/04/12)

Cadeirantes
Autistas
Cegueira total
Down
Visão subnormal
Glaucomatos@s
Paralisia
Cerebral
Etc. e tal...
Vivemos
Dia
Por dia...
Batalhas
A cada dia
No concreto
Em selva
Um leão
Todos
Os dias
Sem choros
Lamentos
De romaria
Vidas
Se desafiam
Dia e noite
Noite e dia...
Triste
Clamar
Inclusão...
Gente boa
Muitas...
Têm bom
Coração!
De resto
Palavras
Frias
Escritas
Com calma
Sem alma...
Acessibilidade
Inverdade...
Ganhamos
Por nós
O pão de cada dia...
Muit@s
Não têm a sorte...
Falta suporte!
Há de pá
Quem nos suporte
Pode???
Hipocrisia
Social
Discriminação
Sentimento
Banal
Voz do mal...
O bem
Vem
De quem
Acredita...
Nós quer
Bem!
dEficientes
Especiais
Somos
O que
Somos...
Em verdade
Temos
Se temos...
Imenso
Coração...
Falo
O que sei...
Em carne
Osso
E alma...
Temos nome
Não é de pia
Dado
Pelo dia
Nosso
De cada dia...
Em emoção
Auto-amor
Apelido
SUPERAÇÃO!!!

sexta-feira, 30 de março de 2012

QUERO...


RENATA BEIRO (30/03/12)

Quero
E tanto
Canto
De Quero-quero
Música
A alegrar...
Quero
Tamanha
Intensidade...
Virgem
Pura
Vontade
À vontade
Dormitar
Almofadas
Carmim
Douradas
Amadas
A mim
Doadas
Maternal
Amor
Útero
Proteção
De tudo...
Quero
E tanto
Quero
Sem conversas
De lero lero
Em vida
Começar
Do zero...
Quero
Em alvas
Coloridas
Nuvens
Descansar...
De doce
Algodão
Em cores
Me alimentar...
Quero!
É tanto
Querer
Viver
Ver
Consigo
Eu
Comigo
Até cego

Desatar...
Quero...
Sei
Se sei!
Inda sozinha
Rimas
Enigmas
Até crivas
Decifrar...
Contrapartida
Partida
Ida...
Cifra
Cifre
De
Cifre
Me!
Eu quero
Em doce
Doce
Caiam
Dedos
Em intenção
Azedar...
Da sorte
Fora o azar...

quinta-feira, 22 de março de 2012

LENTAS HORAS...


RENATA BEIRO (22/03/12)

Lentas horas
Silenciam
Calam
Desenham
Desdém
Em palavras
Que nem sei...
Viagem
Dos sentidos
Insuflam
Inflamam
Camuflam
Desejos
Invasão...
Profana
Intimidade
Intensidade...
Entorpece!
Alma
Inebria
Mente
Fria
Vazia...
Espera
Sem gozo...
Amor
Indizível...
Arte
Toque
Sensível
Visível
Faz-se...
Em chegada
Ou despedida
Aparece
Ou se oculta
Qual criança
Perdida...
Calar
E falar
Da loucura
Impura...
Almeja
Aconchego
O chego
A tempo
Intento
Das horas...
Chamego
Em colo
Com dolo...

domingo, 18 de março de 2012

MEU JEITO...


RENATA BEIRO (18/03/12)

Meu jeito
Talvez
Sem jeito
Ou desrespeito
À lista
De altruístas
É assim
Desse jeito...
Amar
É pedir perdão...
Errar
E voltar atrás...
Sempre
Querer
Ficar...
Estar
Pronta
De pronto
Enquanto
Amor reinar...
Amo
Sem abrir mão
Faz feliz
Meu coração...
Filha
D'água e Lua
Posto-me
De corpo
E alma
Nua...
Sou cria
Do amor...
Não divido
Emoção
Quero
Mas quero
Tudo...
Por inteiro
Sem posses
Nem hostes...
Quero
Olhar doce
Em mim
Já repousado...
Ousado
Mãos
Bem feitas
São!
Em ardente
Paixão
Provocam
Sentimentos
Indecentes
Clementes
Inclementes
Um amar
De entre
Dentes
Carinhos
Ousados
Queridos
Amados...
Mesmo
Atrevidos...
Vivos
Estamos!
Vivamos
De tudo
E em torno
Do calor
Amornar
Querer
Calmamente
A calma
A mente...
Nem tanto
Afoitos
Desejosos
Porém...
Agora
É a hora
Vontade
De amar...
Ah!
Mar
A
Vilha!






terça-feira, 13 de março de 2012

Filho...


RENATA BEIRO (13/03/12)

Como nominar
O que
Inominável
É...
Feito
Do mais puro
AMOR...
Gestei
Em auto-risco
Minha melhor
Obra
Em riscados
Ricos...
Nome
De arcanjo
Gabriel
Alado ou não
Anjo
Sempre
Pra mim...
Sem banjo
Harpa
Com farpas...
O que sinto
Por ti...
Nao sei
O nome!!!

sexta-feira, 9 de março de 2012

DISTANTE...


RENATA BEIRO (10/03/12)

Lágrima
Só uma
Teima
Rolar...
Ressequidos
Olhos
Não te querem
Mais olhar...
Dest'arte
Deixar
Restar
Improvável
Sonho
De amar...
Imperdoavel
Machucar
Sonhos
Juras
Do que não foi
Nunca será...
Teci carinhos
Entreguei-te
Um ninho...
Triste
Deixar
Morrer
Amor sonhado
Nunca tocado...
Maestria
Na poesia
Confundes
Vida
E fantasias...
Se bem
Me lembro
E bem, me lembro
Distantes
Não errantes
Um pouco
Já é o antes,
Não consumado
Nem saboreado,
Enamorados
Quase amantes...
Levas,
Por escolha,
Contigo
O que te cabe
É um castigo...
Lamento...
Ironia
De momento
Hoje
És tu
Quem joga
Tudo ao vento...
Palavras
Sentimentos
Templos
E tempos
Nossos
Jogas
Ao vento...
Por certo
Em garganta
Muda
Um nó...
Arrependimento...

AMIGO...


Poesia que dedico ao grande amigo ELIEL DE LARA!


RENATA BEIRO (09/03/12)

Amigo
Fiel
De fato
E de ato,
Apresentado,
Em conversa
"amena",
Pela amiga
Marlene Senna,
Eliel...
Moldado
Em barro
De mel...
Trás
Consigo
Todo dia
Extasiante
Alegria...
Faz da vida
Euforia
Mistura
Nossa
Pura
Ideologia
Com belas
Alegorias...
Ria-se
Pois
Meu querido!!!
Perscruto
Sem nenhum
Luto...
Eliel
Alegria
Vence
Passo a passo
Batalha
De todo dia...
Vitórias
Com glórias
Tuas são
As histórias...
Do fel
Ao mel
Conheci
Eliel
Amigo fiel
Ria...
Cultivamos
Em laços
Fortes,
Sementes
De imensa
Sincera
Fraterna
Amizade
ALEGRIA!!!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Ressonância...


RENATA BEIRO (06/03/12)

Resssoa
Em ânsia
E nância
É ressonância
Tem ética
É magnÉTICA...
Nuclear
Que azar!
A muit@s
Há matar...
Por sorte
Ou não
Escolhida fui
A utilizar...
Máquina
Inteligente
Coisas de gente...
De tal forma
Age
Num lance
Oportuniza
Um relance
A própria
Infeliz
Presença
De um câncer...
Sou forte
Muitas coisas
Hei de ver...
Forte fico
Diante
Da agrura...
Longe
De mim
Abe
Nuncio
Eu mesma
Vou
Um dia
Expor beleza
Em minha cura!

quinta-feira, 1 de março de 2012

VALE...


RENATA BEIRO (01/03/12)


Quanto vale
O vale
Da refeição?
Quanto vale
Do segredo
A omissão...
Do amor
A traição...
Do velho
Ao mais novo
Primeiro amor...
Vale e quanto
Se de pranto
Viver
Não for?
Vale
A vida
Vale
De pão?
Quanto vale
O vale
No tudo vale
Vale tudo...
Paralelo
Comércio
Vale
Pâncreas
Fígado
Até coração...
Em vão
Esse
Não leva
Nem uma
Recordação...
Que mundo...
De vale
E vales
Nojentos
Imundos...
Viajo...
Um vale
Lindo vale
Imagem
Postada...
Sem bagagem
Vou...
Agendo limpeza
No coração...
Livre
Limpa
Não levo
Tristezas
Decepções...
Recebo
Vales
De alegria
Cantoria
Sem correria...
Envolta
Da pureza
Do vale
Sigo plena
De boas
Insanas
Sãs
Emoções...
Vale
O que vale
O vale
Em meu coração...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

ARBÍTRIO...


RENATA BEIRO (22/02/12)

Livre
É
O Ser
Nenhum
E nem um
Impedimento

De tudo
É permitido...
Em consciência,
Insana
Inconsciência...
Criar
Sonhar
Amar
Escolher
Ferir
Mentir
Até mesmo
Matar...
Arbítrio
Livre
Vive
Em quem
Neste mundo
Está...
Liberdade
Consequência
É por aí
A sequência!
Que ciência...
Inexistindo
Livro
Da existência,
Da razão
Atos
De cada dia
Tino...
Destino
Escrito
É
Um pouquinho
Todo dia...
Construção
Destruição
É escolha
De vida
E se dá
A toda hora
A cada dia...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

LINDO MAR...


RENATA BEIRO (21/02/12)

Foi
E assim
Que foi
Num dia
Diferente
Inexistente
Alegoria...
Vi
Senti
Mar
Lindo mar
Co'a areia
Em conversas
Risos
Palavras boas
Sem sereias
Creia!
Cativada
Em solidariedade
Pura verdade...
Do mar
Desconhecer
Ia
Ilha...
Dia
De mar...
Recebi
Com gosto
Imenso
Prazer...
Nova
Família...
Maravilha!
Agradeço-te
LINDOMAR!!!
Forte irmã
Querida amiga!!!






sábado, 18 de fevereiro de 2012

Sei de Mim...


RENATA BEIRO (18/02/12)

Se é genética
Não sei
Traço
De caráter
Personalidade
Também não sei...
O que sei
E muito
É do modo
E modo
Bem meu
Lidar
Com gente
Seja amig@
Ou parente...
Realidade
Vigente
Contundente...
Sina
De menina
Ou boa medida...
Por certo
Já feri!
Ferida sendo
Subtraída
De jeito
Que não aceito
Sou algoz
Sei de mim...
Vejo
Revejo
Sempre
Foi assim...
Seja
Grande
Profundo
Afeto
Verto
Indiferença
E que vença!
O coração
Eu fecho
Sem deixar
Espaço...
Sei de mim
E de tamanha
Facilidade
Habitante
De mim...
Viro páginas
Jogo ao vento
Inexiste
Em mim...
Sentimento falso
Não lamento!
Desamo
Num segundo
Os "amos"
Nada sinto
Nem me ressinto
Nunca
Me arrependi...
Simplesmente
Risquei
E risco
Da vida
Minha
As gentes
Não mais queridas
Desnuda
De qualquer dó!
Sei de mim...
Fecho portas
Comportas
Viro as costas...
Vou pro meu lugar!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Silêncio de Mim...


RENATA BEIRO (17/02/12)

Secos
Ressecados
Sentimentos
Em nostálgica
Oração
Nascida
Do coração...
Seco
Resseco
Lágrimas
Há muito
Por mim vertidas
Invertidas
Icansavelmente
Derramadas...
Descontroladas
Vozes
Aos meus ouvidos
Desafinam...
Inexistente
Ósculo...
Indecentes
Inclementes
Sinto
E se
Sinto!
Erigir-se
Obstáculo...
Parto
Sem adeus...
Deuses meus!
Sinceros
Momentos
Levo
Na pueril
Bagagem
Saudade...
Se recebi carinho
Não percebi...
Acordos
Em desacordos
Vice-versa
Também...
Sem susto
Nem crendo
Em quimeras
Afasto-me
Por vago caminho...
Penso
Que a tod@s amei...
Bem sei
E sei!
Crueldade
Arrancada
E sempre prezei
Credibilidade
Onde errei?
Fez-se
Da confiança
Desconfiança
Da alegria
Nada...
Um dia
Quem sabe?
Novamente
Junt@s...
Por ora
De peito
E coração
Apertados
Afasto-me
Mesmo sem ler
A bula
Por vontade
E pura
Me submeto
A horrenda
Intrépida
Clausura...






sábado, 11 de fevereiro de 2012

EXORCIZO...


RENATA BEIRO (11/02/12)
Conclamo
Clamo
Deusas
Deuses
Forças
Cósmicas
Energéticas
Ao exorcismo
De mim
Sem siso
Com juízo
Fantasmas
Miasmas
Em volta
A atormentar...
Assombrações
Vade retro
Sugam
Emoções
Secam corações...
Exorcizo
Sem temor
Nenhum tremor
E limpa
De tudo
Tudo
Que não amor
Sinto
Beleza
Percebo
Longínqua
Tristeza...
Retomada
Consciência
É maior
E mais
Muito
Mais
Que ciência...
Da paciência
Provei
Me deliciei...
E sei
Agora sei...
Limpa
De malquerer
Liberta
De tudo
Abandono
O luto...
E luto
Busco
Rebuscos
Rebuscadas
Buscadas
Palavras
Traçadas
Com direção
Salvação!
Abro o coração...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Na Esperança, Espero...


RENATA BEIRO (08/02/12)

Na esperança
Espero
Creia...
Se espero!
Teu fel
Virado mel
Espero
E quero
Mais uma vez
Poder
E ter
Vontade
De amar
Em saudade
Posso morrer...
Do céu
Ao limbo
Um só deslizar
Sem ver
Perceber
Estava lá...
Inverso
Reverso
Anverso...
Versos
Meus
Teus
Contra
Proposta
Posta
Aposto
Te gosto
No frio
Ou calor
Sonhados
Sonhos
Idealizados...
Sejamos
Nós...
Sem costuras
Nem cós...
Apenas
Nós!
E de tal forma
Urgente
Pois
Vento
E água
Que heresia!
Em enchente
Escorrem
Lágrimas
Já foram minhas...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Manhã...


RENATA BEIRO (07/02/12)

Manhã
Café
Belo odor...
Acordar
Encontrar
Paz
Carinho
Alegria...
Quem sabe
Um dia...
Sem gritaria
Entraves
De egos
Sem jogar
Passados
Porcarias...
Bilateral
Sem canal
Faz mal...
Diálogo legal
Jogar palavras
Que tal???
Inexistindo
Perdão
Vejo tudo
Partido...
Mas quero
Como quero
Novamente
Voltemos
A ser gente
Gente
No amar
Transforma
Uma casa
Num lar...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A página que não preenchi...


RENATA BEIRO (05/02/12)

Virei
Ah! se virei
Páginas
De carinhos
Sentimentos
Deixados
De lado...
Queria
E muito
Queria
Tivesse escrito
Em folha
De virginal
Brancura...
Mas um nada
Foi preenchido...
Vontade minha
Perdeu a rinha...
Página
Alva
Restou
Impregnada
De paz
Liberdade
Felicidade...
Virada foi...
Agora
Me restam
Outras...
Tão triste
Fiquei...
Voltei
Ao mesmo ponto
Onde deixei
Explícita
Vontade
De me ter
Em verdade...
Posso escolher
Ser ninguém
Prefiro
E tal modo
Incomodo
(Não queria a vida assim)
Ser alguém...
Adeus
Branca folha
Do meu querer
Em outra
Estou a escrever!
Que viagem!
Tem título
Basta nela
Escrever
Viagem!!!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Viro a página!


RENATA BEIRO (02/02/12)

Viro,
Sem deleites
Enfeites
Eventos
Contundentes,
Da vida
A página
Ah! Se viro!
E me viro...
Lépida
E de tanto
E muito
Jogar
De lado
Infindos
Lamentos
Jogo ao vento
Sem arrependimento
Dor
Sofrimento...
Meu rumo
Felicidade
Sabor
Singular...
Liberdade!
Página virada
Pra mim
É quase nada!
Mesmo assim
E por assim
Ter de ser
Jogo ao vento...
Velhos sentimentos
De doce virado fel
Jogo ao vento...
Descontentamento
Viro folhas
Nem escritas...
De laços
Uma vida!
Que em sincera
Idade
Tomam rumos
Tão desiguais...
De peito
E coração
Abertos
Não dilacerados
Jogo ao vento
Palavras vis
De gente
Que já me quis...
Viro a página!
E....
Jogo tudo
Tudo jogado
Ao vento
Sem lágrimas
Descontentamentos...


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

OI! Só faz BEM!!!


RENATA BEIRO (26/01/12)

Relembro
Hoje
Ainda há pouco
De um tempo
E bem
A contento
Andava
Pelas calçadas
Interminável
Trajetória
Diária
Alguns quarteirões...
Tempos bons...
Olhava
Casas
Calçadas
Já eram
Amigas
Velhas conhecidas...
Eis que VI...
Tinha gente
Por ali!
Cruzava
Com pessoas,
Era amiga
Das calçadas!!!
De repente
Me perguntei
Por que não???
Quem comigo
Todo dia
Divide
As calçadas
Só pode ser
Amigo...
Primeira vez
Abri
Um gostoso sorriso
Atrevi-me!
Oi!Tudo bem?
Outra boca
Tímida
Se abre
Bom dia!
Ah! Que dia...
Sentia
Vida
Em casas
Calçadas...
E foi assim
Assim que foi
Minha
Entrega
De carinho
A quem
Dividia
Um pouquinho
Tão grande
Do seu dia
Caminhando
Comigo
Nas mesmas
Calçadas...
Senti
De novo
Brotar
Mesmo sentimento
Acabei de dizer
Oi! Tudo bem?
A um senhor
Que em tênis
E bermuda
Faz diária
Caminhada
Na calçada
De nossa casa!
De ora
Em diante
Podem crer
Nada
Ninguém
Vai me deter
Vai ser
E será...
Oi! Tudo bem?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

CANSA...


RENATA BEIRO(18/01/12)

Cansa
Se cansa...
Quem não descansa
Ser
Detentor
De todo
Qualquer valor...
Cansa
Tantas verdades
Universais
Uni
Laterais
Absolutas
Demais...
Cansa
A quem
Da humanidade
Almeja
Sana
Realidade
Confrontar
Co'a vaidade
Sobre
Humana
In
Distingue
Seja
Bondade
Ou maldade...

E só vê,
Em nada
Crê,
Não seja
A própria
Obscura
Soturna
Egoísta
Inflada
Inflamada
"Egopseuda"
Verdade...
Cansa
A quem
Descansa
Em simples
Limpos
Baratos
Lençóis...
Vez que seda
Cetim
São vida
E vidas
De um valor
Já incolor...

domingo, 15 de janeiro de 2012

LÁGRIMA...


RENATA BEIRO (15/01/12)


Lágrima
Uma
Apenas uma...
De tristeza
Alegria
Sei lá!
Mas estava lá!
Descia
Quente
Com sal
Indecente...
Nada de pranto...
Não por enquanto...
Apenas ela
Vertida
Viva!
Inclemente
Prendeu-se
Cativante
Ao semblante...
Para limpeza
Gigante...
Tinhosa
Enganou!
Jogo aberto
Entregou...
Não sabes de mim
Nem do poder
De gerar
Infindo pranto
Sem saberes
Por quê!

sábado, 14 de janeiro de 2012

EXATA MEDIDA...


RENATA BEIRO
(14/01/12)

Entre o céu
E o inferno
É só um passo...
É palavra
Mal entendida
Garras sem medidas
Falta de afeto
Em qualquer
Teto...
E certo é
O desamor...
Falta de toque
Carinho
Compreensão
Rivalidades
Sem medidas...
Ah! Do inferno
Ao céu
É abrir a porta
A certa...
Viver
Em comunhão...
E, de boa vontade,
Tentar compreender
O que ouvido
Não soube entender...
Ter mão
E braços
Abertos
Bem assim
O coração...
Espantar
Rancores
Dores
Coisas que fazem mal...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

INSANA INQUISIÇÃO...


RENATA BEIRO

(10/01/12)

Foi assim
E assim foi...
Uma mulher
Apenas
Uma
Não voava
Qual a pluma...
Diante
De júri
Pelo qual
Fora, pois,
Noutro tempo
Julgada
Dest'hora
Recusou
Apelidar-se
Herética...
Desviada
De ideais
Regurgitados
Da turba
De pensamentos
Comum
Unitários
Viu
Ouviu
Falsas verdades...
Negou-se neófita
Desafiou
Sem nem pensar
Inclementes
Templários
Por Klepoth
Guiados!
Numa pressa
Indulgente
Lançaram
Suas sementes...
Despreocupados
De serem
Medidos
Por mesmo juízo
Usado...
E feita,
Em meio à poeira
De tão sugesta
Nojeira,
Galho a galho,
A esperada
Fogueira...
Esquecido
Julgamento
Veredito foi dado
Condenada
A condenada...
Em tronco
Foi amarrada...
Finos gravetos
Mirava
Isso
Em meio à candeia
Vela de moribunda...
Viu o fogo
Em línguas
Labaredas
Embevecer-se
Em fogueira!
Viva
Queimada
Rito atroz...
Riu
Do pior algoz...
De elemento água
No fogo,
Purificada...
Vida
Bela
Ou feia
É medida
Pela maldade
Usada...
Viu sorrir
Fênix e Pandora...
A água
Limpou o sujo
Fogo, limpeza cósmica
De tal proeza
Portando clareza
Incólume
Saiu
Da tristeza
Da fogueira
Da besteira
De humanismo
Insólito,
Insolidário
Ávido
E mesquinho...
Que pena!
Exclamou
Sorrindo!
Leva
No mal
Que é feito
Cada qual
As suas
As duras penas
Da vida escolhida...
Que pena!!!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

PASSOS...


RENATA BEIRO

(29/12/11)

Passo a passo
No meu compasso
O quarteirão
Percorri...
Nos dedos
Cigarro aceso
Enfumaçando
Meu mundo
De um odor
Imundo...
Que mundo!
Um degrau
Me convida...
Sento
Cigarro
A queimar...
Carros
Passando
Luzes
A me cegar...
Meus deuses!
Como vim
Aqui parar?
Queria
Ah! Se queria
O tempo
Fazer voltar...
Tudo
Diferente
Seria...
Sem saudades
A me assombrar...

DÓI...


RENATA BEIRO

(29/12/11)

No dia
Que vinha
Olhava
Pro Sol
Nascente
Resplandescente
Indecentemente
Trazia
Inclemente
Tristeza
Doída
Doente
Ardente
Pior
Que dor
De dente!!!



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

AMOR PURO...


RENATA BEIRO (21/12/11)

Não!
Não falo de mim...
Falo
De quem
Na idade
Na saudade
Me dará
Imortalidade...
Gostoso
Suculento
Fruto...
Cria minha
Não vá
Desperdiçar...
Nem uma
Gota
Desse sumo
Em saudade
Pode
Restar...
Falo
Da mais pura
Cor
Odor
E calor
Que
Somente
O primeiro
Verdadeiro
Amor
Sabe
Exalar...

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

LUA CHEIA...


RENATA BEIRO (13/12/11)

Lua cheia
Cheia de graça
De graças
Também...
Banhas-me
Como ninguém...
Encantada
Canto
Belo
Uivar...
Sou filha
Da lua
Sou mulher
Reverencio
Cio
Cósmico
Estelar...
Lua
Desnuda
Nua..
Amante
Do sol...
Ardente
Brilha
Espera
Indolente
O poente...
Um instante
Ver-te
Momento
Fugaz...






sábado, 10 de dezembro de 2011

Desencanto...


RENATA BEIRO

(11/12/11)

Em cada
Canto
Um desencanto
De todos
Lados
Nem um
Só canto!!!
Ora, dizeis
Colha
Na idade
Pela cidade
Nua
Crua
Tua
Saudade
De caricata
Felicidade...
Se
O que invade
Faz-te
Covarde
Corre
Ao mundo
Gira
Mundo
Mundo
Girando
Rodando
Não há
Um canto
Cantando
Se necessário
Seja contando
Vidro
Em pedaços
Melhor
Colando
De tantos
Atos
Contratos
Resta
No chão
Cacos
Pedaços...

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

TÃO CLARO...


RENATA BEIRO

(09/12/11)

Claríssimo
Claro...
É claro!
Encaro
Nuvens
Escuras
Obscuras
Não de cura...
Nenhuma paz
Contêm...
Rio
Nada
Me detém...
Ultrapasso
Passo a passo
Trave
Escura
Não é
Do bem...
Sigo
No rumo
Comigo
O prumo
Amigo...
Vejo nuvens
Claras
No céu...
Cansada
Não vencida!
Vejo
Caminho
É de vida
E é bonita!
Reina
A beleza
Mais pura
Do amor...
Sem dor
Culpas
Ou rancor...
Peçamos!
Roguemos!
Viver!
Sem medo
Ou temor...
Voarmos
Em asas
De tão
Limpo
Amor...

Decisão!


RENATA BEIRO

(09/12/11)

Tenho
Cá no peito
Um coração
Apertado
Sem jeito...
Lágrimas
Não usa mais
Não apraz...
Jogo pra trás...
Tateado tenho
Em vão
Minha estação...
Desse trem
Descer...
Renascer
Reviver
Viver!
Cortar grilhões
Em borbotões...
Deixar pra trás...
Olhar pra frente...
Sentir saudade
De toda gente...
Voltar...
Afago
Verdadeiro
E quente
Ganhar!
Esmolar...
Nunca mais!!!



terça-feira, 29 de novembro de 2011

POETA GESTA...


RENATA BEIRO
(29/11/11)


A mente
E o coração
De poetas
Vivem
Constante
Gestação...
Geram vida
Palavras doces
Dores doídas
Indolores...
Fincam, sem dó,
E sabem...
Multiplicam
Subtraem
Felicidades
Vividas
Ou não...
Poetas
Têm dedos
Mãos...
Dilatam-se!
Não é
Em vão...
Mais uma cria
Nasce
Nesta
Outra
Dimensão...
Amamenta-se
Nos sentimentos
Chega plena
Pura
É só emoção...
Atinge
Quem, por ventura,
Pensa
Com o coração...
Poetas
Se entendem
Falando
Até mesmo
Outro
Qualquer dialeto...
Criam
Mensagens
De dores
Amores
Possíveis
Improváveis...
Pintam
Paisagens
Jamais vistas...
Ou descrevem
Com simples
Ousadia
O que se vê
Todo dia...
Poetas
Amam
Poetas
São gente
Sentem
Choram...
Poetas
São o que são...
Mentes
E corações
Em constante
Gestação...

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

SE...


RENATA BEIRO/HENRIQUE RUSCITTI
(24/11/11)


Se lembrares de mim
Brevemente
Verás...
Que a ti
Pertenci...
Em profusões
Veredando emoções
A dor eu senti...
Partilhei
Ao sol
À lua
Ao mundo
Ao vento...
Sensações
De amor
Não esperado
Em mim
Despertado...
Ao lembrares de ti
Seja,
Clamo
E proclamo,
Um pedaço de mim...
Por estar
Adentro
Eterno pertencer...
De submundos
Hemisférios coletivos
Plenos
Côncavos
Convexos
Particularidades
Trans
Vexas
Vexatórias
De tudo
Despertar-me
Vou!
Se lembrares de mim
Do que restou
Do que sou
Consinto,
Até mesmo,
Derradeiro
Intenso
Suspiro
Eterno
E terno
De amor...
E de tanto
Querer
Saber...
Amad@
Sou!

SOS MULHER XII/Coração Ferido


RENATA BEIRO
(24/11/11)

Foi assim
E assim
Foi...
Sorrateiro
Menino
Arteiro
Chegou...
De mimos
Encantou...
Enfeitiçada
Menina
Tremeu
Sorriu
Vibrou!
Disse sim...
Paraíso
Em festa!
Pura emoção
Imaculado
Coração...
Maculado
Se fez...
O tremer,
Ranger
Sorriso
Se foi...
Como pode,
Assim,
Sem decreto
Nem lei
Um homem
Lágrimas
Fazer escorrer
Pela face
De uma Mulher!
Dizer amar
E sem dó
Mostrar
Num só compasso
Do céu
Ao inferno
É um só passo!!!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

VER...

RENATA BEIRO
(16/11/11)

De seco
Olhar
Lágrimas
Rosário
A rolar...
Seguindo
Vou
Devagar
Sem cantos
Nem desencantos...
Tristeza
Incerteza
Tal desdita
A rondar...
Trago
Em mente
Tenho
Tino
Traçado estará
Tal destino???
Viver às cegas
Me restará???
Tatear
Pontas dos dedos...
Guardo
Meus medos...
A luz
Provoca
Respostas
Odiosas
A me atormentar...
Olhos
Resplandecentes
Desenrolam
Lágrimas
Quentes...
Não mentem!
A superfície
Eu toco
A profundeza
Eu sinto
Re
Sinto
Eu sinto
Luz
A me falhar...
Olhos fechados
Percebo
Elos
Romper...
O prazer
De ver
Perder...
Tanto, ainda,
A fazer
Perguntas
A responder...
Ver
Um ramo
De flores
Receber
Um beijo
Profundo
Sentir
Mão forte
De ajuda
Puxar-me
Do poço
Às alturas
Ouvir
Dizer
Vem!!!
Sem dor
Indolor
VER
Primeira
Derradeira...
Face
De precioso
Amor!!!


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

DITADUTURA FdP!!!


RENATA BEIRO
(14/11/11)

Difícil foi viver,
Na carne,
A ditadura de direita
Que não satisfeita
Hoje
Utiliza
Marchas
Anticorruptivas
Enganando
Levando
Quem cai
No ledo
ENGANO!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

RESTA DESCOBERTA...


RENATA BEIRO/PAULO CARVALHO
(08/11/11)

Lágrima
A escorrer
Dramático
O apático
Do mel
O drama...
Pálida lembrança
É o que foste?
História de sonho
Vontade não revelada...
Alegria roubada
Não entendo
O tudo
Ou quase nada...
Seco mágoas
Em panos úmidos
Panos
E planos
Em meio a tanto
Tudo
E nada...
Olhar parado
Ao luar...
Tento
A contento
Te desvendar
Verdades nuas...
Teu rosto
É mesmo feito
Da tal ternura?
Na rua escura
Na beira do mar...
Ondas
Redondas
Sem redomas
Pra me guardar...
Lançaste espinhenta seta
A me acertar?
Apostei ganhar!
Da luta
Não me esquivar!
De volta...
Sem revolta
Voltar marchar...
Sacrilégio
Ver mágoa
Em belo luar...
Filha da lua
A te observar
Rende-te a ela
Mulher é luar...
Do nada feito
É um lamento
Deixar ficar?
Sinto meus olhos
Lacrimejar...
Da tua medida
Justa és
Esperei escritos
Que não aos gritos
Mas tal e qual
Mitos e ritos
Sentimentos
Vivos...
Voar às cegas
Eternizar
Esse sentir...
Do breve
Em breve
Vem!
De ti
Esperei ouvir...
Estremeço
Penso...
Como pode alguém
Amor negar...
O que resta?
Tantas arestas
A consertar...
E tua voz?
Ausente, nos escritos
A me negar...
Lenta
Mente
Devagar
Reviro tudo...
E num segundo
O novo mundo
A me mirar!
Abre-se a porta!
Vou em frente
Sinto
É e no ar
São boas novas
A me encontrar...
Liberto-me
Do meu poente!
Fiz-me contente!
Nova vertente
Acalentar-me
E não ausente...
É rumo certo
A me apontar!


domingo, 30 de outubro de 2011

Tu...


RENATA BEIRO

(29/10/11)

Tu...
Me fizeste
Mudar...
Diferente
Escrever...
Sei...
Ah! Se sei
Talvez...
Nem pensei
Tanto
Me dei...
Alegria
Vivi...
Ofertei
Imenso
Carinho
Valor
Aconchego
Em calor...
Braços abertos
Colo
A embalar...
Curar
Feridas
Muito e tanto
Doídas...
Chorando dores
Choro por ti...
Todos
Amores
Num só...
Clamores
Pedidos
Perdidos
No coração...
De novo
Nós
Sem viés
Nem cós
Que seja!!!
No entre nós...
A sós...
Em nós...
Crê e vê!
Braços
A receber!
Coração a bater
Esperar
O regresso
Confesso!
De longe
Magoar...
Tempos
De reparar
Novamente
AMAR!!!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ecos...


RENATA BEIRO

(29/10/11)


Amar é
Grito sem eco...
Por certo
Um caos
Sem noção...
Abertas veias
Ignorada dor
Anestesiada
Faz-se indolor...
Julgada
Condenada
Um júri
Sem calor
Sem pudor...
Por bem querer
Vilã virei
Não o que sou
Mas do que sei...
Mas dou-me
Um basta!
Que raios caiam
Berrem os trovões
Rasguem, pois,
A imensidão
Do firmamento!
É de lamento
Meu canto
Lamento...
E muito...
Vontades sumidas
Inspiração perdida
Que vida!
Fatigada...
De tal modo cansada...
Lembro das cores
Juras
Sabores
Que ora
Invadem
Dilaceram...
Heranças
Inesquecidas...
Cor incolor
Teu braço de amor
Puro prazer
De sangue a ferver...
Sem condição,
Na solidão
Dou-te adeus...
É minha hora
Vou-me quieta
Ao meu abrigo
E sem perdão
Sepulcro
Dos sem razão...
Por amor
Desafiei mundos
Pulei muros
Pisei espinhos
Queria de ti
E se queria
A luz
Sem me cegar
E tua
Por inteiro seria...
Ria!
Está clareando
Tristezas
Que trás
O dia...
Quis te ver
Sentir...
Até o mundo
Quis salvar!!!
Trágica comédia...
Estava eu mesma
Completamente perdida...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PRA QUÊ???


RENATA BEIRO

(26/10/11)

Afoita
Qual menina
De tudo
Desprevenida
Falei
Quis dizer...
Que fazer?
Gritando
Silenciei...
No silêncio
Gritei!!!
Clamei!!!
Por Gaia
Zeus
E por Deus...
Feneceu...
Não sei eu...
Na pena
Perpetuo
A luta...
Labuta!!!
Coração
Razão
Ação
Reação
Vejo não...
Esgotou
Explodiu
Estourou...
Esperar
O quê?
Bradar
E não ver
Não crer
No crido
Desnuda
Desmerecida
Vencida
Nunca!!!
Fim
Acaba
No fim
Do fio...
Comunicação
Uni
Lateral
Diálogo mudo
De tudo
E por tudo
Pergunto
Que mundo?
Pra quê?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

MI DIOS COMO LE HARE...


Esta página hoje é de uma querida amiga, mexicana, por quem tenho grande afeto, além de ser assídua leitora de suas poesias!





A poetisa Luz Selene Garcia Nuñez


Escuchame dios mio,quiero explicarte,
Quiero que me digas como le hare
El decea ser mi amigo,
Pero yo no quiero ser
Es muy dificil estando yo a su lado
Saboreando su perfume,
Quiero yo acariciar su piel
Sueño que me abrasa y
Me siento en las nubes,
Me siento muy contenta
Me dice tu eres mi amiga y
Se me acaba la fe
¿Como le hare para decirle que lo quiero?
¿Como le hare dime tu dios mio como?
El decirle yo tengo miedo,
Y ser su amiga,
YO NO QUIERO!

domingo, 23 de outubro de 2011

AMOR...


RENATA BEIRO

(23/10/11)


Calmo
Tranquilo
Calor
Cor
Sabor
Som
De tambor...
Flauta
Que falta!
Toque
Retoque
Carinhos
De nós...
Sem temor
Nem tremor...
Segura
Na fala
Na sala
Quarto
Contrato
Do quarto
Cadeira
Cadeiras
Na beira
Da cama
Beijinho
Cozinha...
Gostoso
Cheiroso
Maneiro
Gingado...
É AMOR!!!

CROCHET...







RENATA BEIRO

(23/10/11)

Trabalhado
Bordado
Enfeita
Mesa...
Histórias
Quantas
Em tantos
Pontos
Feitos
Encantos...
Pensamentos
Tormentos?
Sentimentos
De amor
E paz?...
Guardados
No pano
Olhando...
Pensando...
Nunca
Vou saber...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

PENSANDO...


RENATA BEIRO

(21/10/11)

Equívocos
Comunicação
Falida
Gera
No peito
Ferida...
Palavras
Mal entendidas
Deixadas
Não lidas...
Traduzidas
Por quem
Não quer bem...
Argumentos
Ao vento...
Tem de gostar
Pra acreditar
A dúvida
Sem, dúvida,
É percepção
Decepção
Certeza
E, com certeza,
Tristeza
Jogar ao lixo
Beleza...
Momentos
Que já foram
Proezas...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SOS MULHER XI / PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER!!!

RENATA BEIRO (17/10/11)

BASTA!!!

Nós, Mulheres
De todas as raças
Cores
Calores
Amores
Brancas
Negras
Mestiças
Indígenas
Ciganas
Por mãos
Violadas
Em família
Na surdina
Por palavras
Violentadas
Filhos
Criados com amor
Que horror
Nos mandam
Por um fio
A puta que pariu
Respeito
À condição Mulher
É ardente
Urgente!!!
Beira
O desespero!!!
Deficientes
Sem acessibilidade
Que sensibilidade...
A todo instante
Uma cega
É estuprada
Que parada!!!
Repulsa, asco
Esse é o nome...
Não sendo suficiente
E coisa e tal
Tem a "violência institucional"
Mais uma...
Executada
Por órgãos de estado
Os que deveriam
Defender a Mulher!!!
Nossa luta
É feminista
Prima pela igualdade
Que maldade!!!
Gritamos
Clamamos
Heróicos
Brados
Retumbantes
Por uma sociedade
Igualitária e justa!!!
Onde está o erro???
Queremos, sim
Respeito
Dignidade
Cidadania...
O contingente humano
Verte
Do aconchego
De nossos ventres...
É exigência
Sermos respeitadas
Já demos o leite
Não queremos mais
Dar o sangue!
O feminismo
De questão de gênero
É causa humanitária!!!
SOS!!!

domingo, 9 de outubro de 2011

Recuerdos y regalos...


RENATA BEIRO (09/10/11)

Tu que me fizeste mudar...
Que me fazes
De cenho franzido
Pensar...
Pensar e escrever
O que não sei mais explicar...
Deslizam
Do cérebro
Percorrendo suavemente
Meus dedos
As palavras...
E já escrevo
Inorganicamente
Coisas que não penso
Mas que sinto!
Como sinto
Cada toque teu
No meu rosto
E cada beijo teu
É mergulhar na imensidão
Que me segura
No entremeio do teu abraço...
No mais sincero
E afoito dos pensamentos
Vejo-te entregue a mim
Como gente...
Sentindo em meu corpo
Tua pela nua...
Revirando-te
Em sinuosos movimentos
Que eu mesma te incito a fazer...
Quero-te como nem imaginas...
Talvez nem como possa eu saber...
Talvez vulgar,
Mas sinceramente...

sábado, 8 de outubro de 2011

CONQUISTANDO DIREITOS!


RENATA BEIRO (08/09/11)

Dentre tantas batalhas, algumas de tímidos resultados, outras tantas vitoriosas, acreditando sempre que o saldo será muito mais positivo...Com a certeza de que a esperança vence o medo, temores são deixados de lado, nós, Mulheres, avançamos em marchas, caminhadas, no dia-a-dia, acreditando que um mundo melhor é possível!
Em nossa história de lutas pela superação das desigualdades e discriminações, erigimos uma bandeira, a da Mulher!
Incansavelmente continuaremos, confeccionando cada pedacinho de nossa história, uma colcha de retalhos, que se vai tecendo com muitas lágrimas e risos, tendo sempre em mente um objetivo, firmar nossa condição humana, somos gente, somos todas e todos diferentemente iguais.
O gênero se tece historicamente, as relações de gênero têm de ser mudadas na sua essência, em seus intrincados nós, que se foram enredando com o decorrer do tempo, tempos de opressor e oprimida. A história nos mostra o muito que mudou, a Mulher saiu da casa, foi estudar, trabalhar, independer-se emocional, social e economicamente. A realidade, porém, retrata, com fidelidade, que essa situação privilegiada não atinge, ainda, a todas nós, na verdade uma minoria...a cara da pobreza é feminina!
Engajar-se, no entanto, na árdua tarefa da construção de uma nova sociedade, cabe a todas e todos, trilhar a estrada das diferenças e injustiças é um caminho longo, devendo ser percorrido tenazmente, para que um dia, ao logo desse percurso, vejamos tremular a tão almejada bandeira da Igualdade...

A LUTA CONTINUA!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

DESSE JEITO...


RENATA BEIRO (05/10/11)

Quem passa
Por mim
Deixa e leva
Um "pouquim"
Ando sozinha
Na loja
Na rua vizinha
Gosto
De mim
E da companhia...
Não ando só por querer
Tinha que ser
Assim escolhi...
Saio, não me retraio
Nem me traio...
Me busco
Nas risadas
Quase não dadas...
Cansei de conversas
Que não me dizem nada...
Granadas
A explodir
Quero o meu maior
Sorriso
Gargalhar
Pegar a felicidade
No ar...
Sozinha me amo
Sei que me gosto...
Sempre me quis...
Olha o que fiz...
Esperar o dia
De ser feliz...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Vida...


RENATA BEIRO (03/09/11)

Não falo da terra
Falo do mundo
Das casas à rua...
É imundo...
Dá loucura alheia
Refém
É coisa que não convém...
Num vem e vai
Vai e vem
Da vida...
Embarquei nesse trem...
Saída, por ora,
Não tem...
Assumidos compromissos
Vive-se nisso...
Lugar
Não quero marcar...
Esperar
Rápido
O tempo passar...
Sossego, paz
Sim!
Já está n'algum lugar
Do meu jeitinho
A me esperar!!!